Apareceu dourada num negro sombrio, um vulto num vazio desespero, é um acordar de Outono num céu limpido mas cinzento. O esquecido foi feito presente num futuro imaginário, os trevos renasceram as nuvens perderam-se, os astros brilharam o som perdeu-se, depois de tanto de errado, depois de tanto tempo perdido, depois de tantas escolhas faliveis, depois de mais nada se poder, depois da inexistencia de maré a que remar, és cá dentro mais que lá fora, és a realidade que enlouquece, o imaginário sóbrio.
Nunca foste...Nunca foste...Sempre serás sem ser nada demais....ver-te é viver quem sou, sem nunca ser menos demais.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
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